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terça-feira, 5 de abril de 2011

CASE B2 Company

A  B2 Company, uma empresa de calçados tradicional com 10 fábricas no norte-nordeste brasileiro, resolveu fechar sua fábricas de Cotagem, município de Minas Gerais (Brasil). O ambiente do mercado de calçados, no qual a B2 Company perdeu muito seu prestígio  para a enorme quantidade de concorrentes,  está a forçando  B2 Company a cortar custos e fazer o downsizing nessa fábrica, levando ela a cortar 50% de sua força de trabalho no munincípio como forma de tentar se manter. 

A empresa conta com 216 colaboradores na industria desse munincipio. A
lguns estavam na empresa há  16 anos, outros há 6 meses. 
De acordo com a política da empresa, eles receberiam uma indenização equivalente a uma semana de pagamento por cada ano de trabalho.
O Fechamento dessa fábrica, cortando metade do plantel, deixará desempregada uma quantidade significativa de pessoas dessa pequena comunidade. O desemprego causado terá um impacto muito negativo sobre a município como um todo, pois a perda dos impostos da B2 Company e perda dos impostos dos colaboradores afetará a economia da cidade que não terá caixa  suficiente para se manter e investir no bem da cidade.
Como gestor, qual deverá ser a sua decisão para: minimizar o impacto negativo que o fechamento da fábrica teria sobre os empregados, suas famílias e o município de Cotagem.
Próximo Post ainda essa semana divulgará uma alternativa para esse case!
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DICA DE HOJE:
- Pense que sua decisão pode impactar mais do que você pensa, por tanto, tome decisões cuidadosamente.
- Respeito ao próximo é uma saída importante em todos os momentos.
PS¹: If you are using Google translation to see this blog, please be advised that since it is not perfect, some concepts might be hard to understand. Hope you liked GMS. We sure enjoyed your visit. Be my guest to leave comments and e-mail me.

Dúvidas e sugestões: casalsgh@gmail.com ou via  FA-GMS na barra a direita.

PS²: Previsto para semana do dia 10 de Abril a entrega do projeto FA-GMS e também um post a respeito de logos e marcas. Como prévia, segue a nova logo do GMS que foi desenvolvida pelo Designer Pedro Henrique Ribeiro, para já pensarem no assunto.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Desafio GMS- Felipe Novo

Hoje divulgo o resultado do Desafio GMS proposto no último post.
O grande vencedor foi Felipe Novo .
Em alguns momentos ele foi um tanto quanto rígido, em outros mostrou velocidade e insights que já tem do mercado. Trouxe em sua resposta grandes exemplos e citações, formando uma resposta sólida e bem cotextualizada e chegou em um ponto muito interessante quanto a o ao inevitável.
Convido vocês a verem e comentarem essa resposta que foi de fato um estudo sobre o caso.
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Não fosse o caso "Enron" um episódio extremamente complexo, este não teria se tornado a maior fraude contábil dos EUA.
Dito isto, minha resposta para o caso é:
A Enron não tinha salvação, ainda que "eu" fosse contratado em 1999, 2 anos antes da crise.
Minha resposta tem a intenção de fugir do raciocínio? Das possibilidades?
NÃO !
Minha resposta é baseada naquilo que se segue. Como foi citado, inclusive por você, a Enron possuía na sua estrutura organizacional, uma cultura extremamente predatória, que contaminava a todos dos seus funcionários. Dizer TODOS os seus funcionários não é, de forma alguma, um generalismo leviano.
Trata-se de uma constatação, baseada em fatos.  Fatos estes, como a prática de gestão de pessoas formal da empresa, em que os funcionários avaliavam seus pares de 1 a 5, onde 1 eram os melhores e 5 os piores, para então DEMITIR os que obtivessem nota 5. Isso representava a demissão de 20% do quadro de funcionários que fossem pior avaliados.
Com o passar do tempo, os próprios funcionários passaram a fraudar a avaliação, menosprezando seu colegas de trabalho com notas baixas, para que suas próprias notas não os fizessem sair da empresa.
Quero dizer com isso que atitudes fraudulentas e anti éticas estavam no centro da Enron, sendo a única "solução" para o problema, a demissão de grande parte de seus funcionários, em uma tentativa de injetar "sangue novo" e buscar a disseminação de uma nova cultura corporativa, enquanto balanceava seus números.
No entanto, como uma grande empresa americana, seus funcionários possuíam grandes fundos pessoais lastreados em ações da própria companhia.  Resultado de seus bônus anuais e poupança pessoal de anos e anos de trabalho. Como "eu" faria então, para justificar a demissão em massa de milhares de funcionários?
Esta atitude iria provocar a ira de milhares de pessoas, que por anos foram complacentes com práticas inadequadas. E neste momento, toda a razão da futura crise da Enron seria evidenciada e sairia do segredo corporativo para as lentes da imprensa e dos orgãos reguladores americanos.
Os funcionários, desesperados com o futuro dos recursos de "sua aposentadoria" gerariam a própria ruína de seus recursos. Simplesmente porque a Enron era uma empresa lastreada por seu grande histórico de geração de caixa, atraindo bilhões em recursos oriundos dos bancos e investidores.
Abaixo, transmito duas passagens extraídas do link http://empresasefinancas.hsw.uol.com.br/fraudes-contabeis2.htm
"A Enron esteve comprando quaisquer novos empreendimentos que pareciam promissores. Suas aquisições estavam crescendo exponencialmente. A Enron também formou empresas (LJM, LJM2 e outras) para movimentar débitos para fora de seus balanços e transferir riscos para seus outros negócios. Estas novas unidades eram também estabelecidas para manter o crédito da Enron alto, o que era muito importante em suas outras áreas de negócios. Como os executivos acreditavam que o valor das ações da Enron a longo prazo permaneceriam altos, eles procuraram várias maneiras de usar as ações da empresa para dar cobertura aos investimentos nestas outras entidades. Eles o fizeram por meio de um arranjo complexo de entidades com fins especiais chamadas Raptores"
"Em 15 de agosto, Sherron Watkins, vice-presidente da Enron, escreveu uma carta anônima para Ken Lay que sugeria que Skilling havia saído devido a impropriedades contábeis e outras ações ilegais. A carta questionou os métodos contábeis da Enron, especificamente citando as transações dos Raptores.
Mais tarde no mesmo mês, Chung Wu, um corretor da UBS PaineWebber em Houston, enviou um e-mail para 73 clientes de investimentos dizendo que a Enron estava com problemas e advertindo-os a considerar venderem suas cotas.  Sherron Watkins então se encontrou com Ken Lay pessoalmente, adicionando mais detalhes a suas acusações. Ela notou que as unidades foram controladas pelo CFO da Enron, Fastow, e que ele e outros funcionários da Enron fizeram dinheiro e deixaram apenas a Enron em risco com o resguardo dos Raptores (os acordos dos Raptores foram escritos para que a Enron tivesse que apoiá-las com suas ações). Quando as ações da Enron caíram a um certo ponto, as perdas dos Raptores começaram a aparecer nas declarações financeiras da Enron. Em 16 de outubro, a Enron anunciou um terceiro trimestre de perdas de US$ 618 milhões. Durante 2001, as ações da Enron caíram de US$ 86 para US$ 0,30. Em 22 de outubro, a SEC começou uma investigação nos procedimentos contábeis e parceiros da Enron. Em novembro, a Enron admitiu oficialmente ter exagerado os ganhos da empresa em US$ 57 milhões desde 1997. A Enron decretou falência em dezembro de 2001."
Não obstante, o caso Enron foi intitulado "A maior crise de confiança desde a quebra da bolsa de valores em 1929".  
Ou seja, baseado nos FATOS que sucederam, após 1999, anos de minha suposta "contratação", garanto que era impossível evitar a crise da Enron, pelo simples fato de que a capacidade de manutenção das atividades da empresa era diretamente ligada à credibilidade que esta possuía junto a seus credores e investidores.
Não fossem eles, não haveria caixa suficiente para efetuar todas as atividades e financiar o crescimento da empresa.  Sem isso, a empresa não teria mantido seu histórico de alta dos preços de suas ações e jamais teria chegado ao patamar corporativo que chegou.
A necessidade de capital para investimento era intrínseca à sua atividade econômica, pois sem recursos oriundos de fontes externas, a empresa seria incapaz de fazer seus aportes em projetos de energia, nas diversas áreas operadas.
Vide o vertiginoso crescimento do Grupo EBK, controlado por Eike Batista. Sem recursos externos, seria impossível construir o que ele vem construindo, a ponto de elevar sua fortuna pessoal para números entre 30 e 40 bilhões de dólares.  Tentar contornar a situação da Enron seria o mesmo que descobrir, hoje, uma suposta fraude nas empresas de Batista e acharmos que poderíamos contornar o problema.
De que maneira?  "Conversando" com investidores e explicando a situação?
Seria uma expectativa não só leviana, como extremamente infantil.
Provavelmente, em 1999, a empresa já era um grande arranha céus, sem qualquer alicerce construído sob suas estruturas, transformando-se em um ótimo exemplo para o podemos criar baseado apenas em conceitos capitalistas de geração de valor a qualquer custo. No momento da crise, o resultado ficou evidenciado.  A Enron elevou seus preços, mas jamais criara valor. Pelo menos não na mesma proporção de seu império que posteriormente veio abaixo.
Desta forma, uma atitude enérgica da alta administração em 1999 teria, de fato, evitado a crise de 2001. Simplesmente porque a crise seria adianta em 2 anos, para o ano de 1999.
Sendo assim, cumpro meu papel de lhe dar um trabalhão para ler o que escrevi e obter sua resposta, mantendo nosso papo em dia, ainda que possa não vir a ser "A SOLUÇÃO" para o caso.
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Outro comentário:  Esdras Negreiros Bem, eu nao diria que a Enron tinha um presidente alheio e distraído, uma diretoria complacente e uma equipe de contabilistas, auditores e advogados impotentes. Diria apenas que eles vacilaram!!! Mas eram, sim, muito competentes... tanto é que chegaram onde estiveram.”

Importante reparar que realmente foi um erro da gestão, um vacilo. Mas realmente longe de serem incompetentes, pois se fossem não teriam chegado a 140bilhões de dólares em 9 meses e muito menos levariam outras grandes com sigo no momento de seu súbito óbito empresarial. Uma infeliz queda, que poderia ter sido a da Harley Davidson ou da IBM anos antes.  Mas das empresas que poderiam quebrar, essa realmente foi a que mais lições trouxe para o mercado, seria bom relembra-las e trazer essas lições para o dia-a-dia, entre as lições, a mais importante é :
ETICA .
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Parabéns Felipe Novo pela vitória no primeiro desafio GMS e muito obrigado a todos que participaram. Espero que possam ter mais sorte na próxima.

DICA DE HOJE:
1-     Seja ético
2-     Tenha os pés no chão, mas não deixe de sonhar
PS: If you are using Google translation to see this blog, please be advised that since it is not perfect, some concepts might be hard to understand. Hope you liked GMS. We sure enjoyed your visit. Be my guest to leave comments and e-mail me.

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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O domador de ponteiros - Você

Para desempenhar qualquer atividade você consome, desperdiça ou investe tempo, este que é um recurso escasso e impossível de se recuperar, isso o torna muito valioso para todos... Mas será que utilizamos ele da maneira certa?
Esse é exatamente o problema. Por uma questão de auto sabotagem ou meramente por causa das dinâmicas do mundo, muitas vezes gerenciamos mal o tempo, gerando impacto negativos em fatores como:  estratégia, diferencial competitivo, confiança, entre outros. Não é difícil achar exemplos a respeito. EX: Vivo(http://ow.ly/3NGW8 ) , BM&FBovespa(http://ow.ly/3NGWQ ) e Boeing (http://ow.ly/3NGXd )PS¹: fiz a pesquisa no google e em poucos segundos tinha esses e mil outros exemplos
É um fato dizer que sempre podemos melhorar nosso desempenho lidando com o relógio. Não que eu defenda o controle do tempo da mesma forma que Taylor e Ford o faziam, afinal o mundo mudou muito da época deles para cá e as percepções de tempo também, mas realmente podemos melhorar nosso desempenho no dia a dia quando aplicamos alguns pensamentos de forma a termos o controle sobre o passar do dia e não simplesmente deixar a vida nos guiar. Gerir, nem que seja só um pouco, o tempo trás gigantescos resultados iniciais e bons resultados no longo prazo!
Coisas simples como pensar um pouco sobre como será o dia seguinte, parar de fazer trinta coisas ao mesmo tempo (sem de fato dar foco para nenhuma delas), não deixar para amanhã ou depois uma ação ou decisão simples que poderia tomar agora. Pequenas coisas como as citadas aqui geram resultados muito positivos no curto, médio e conseqüentemente também no longo prazo.
“O tempo parece simples quando não falamos sobre ele, mas basta discuti-lo para perceber sua complexidade”(comentário baseado no livro XI das confissões de Santo Agostinho)

Apesar do comentário existem práticas para facilitar a gestão desse recurso raro, bastando ir de passo em passo para melhorar o seu rendimento sobre as voltas do ponteiro.

O Primeiro Passo:
Criação de objetivos e metas. (Pense no que deseja obter)
Segundo Passo:
Pensamento Estratégico, viabilizando tomadas de decisão realmente comprometidas e que conduzam aos objetivos desejados.( Use seu tempo de forma a alcançar o que deseja, sem desvios relevantes do seu objetivo principal)
PS²:  Post da GMS a respeito de Pensamento Estratégico em http://ow.ly/3NJfe
Não de Passo em falso:Evite tomadores de tempo improdutivos como:
Excesso de Tarefas
Excesso de Reuniões
Excesso de Papeis
Excesso de Telefonemas
Excesso de Interrupções
(rede social, TV, musica)
Procrastinação

PS³: Para evitar essas armadilhas use a palavra Não em alguns momentos.
Terceiro Passo:Aplique o Senso de Urgência em suas ações. (aja como se aquele fosse o último dia para entrega da tarefa sempre, isso evita que você fique prolongando para o último dia todas as ações que deve realizar).
Quarto Passo:Divida suas tarefas em quatro grupos:
1-Urgentes: São para ontem
2-Prioritárias: São para curto - médio prazo
3-Importantes: São para o médio – longo prazo
4-Apoio: São para o longo prazo
Gerencie esses grupos realizando primeiro as urgentes, em seguida as prioritárias, com as importantes depois, e enfim as de apoio.

Responda a enquete: Você perde tempo?

Dicas de Hoje:
1-  Seja fiel ao que coloca em sua lista. Se acredita que ir para uma festa seja mais importante que fazer um curso, veja se isso está indo de encontro com seu objetivo e então tome a ação.
2-Tenha tempos para estudar, para se divertir e para descansar. É importante manter o equilíbrio nessas ações para continuar tendo bons resultados.
3- Para fugir de tomadores de tempo, crie algo como 15 minutos de concentração, onde você desliga o celular e outras distrações e foca em suas tarefas, seguido de tempo de pausa para café, relaxamento e alguma distração. Com o tempo passe para 30 minutos e siga assim até no maximo duas horas de concentração sem pausas. Serão momentos muito produtivos, que ajuradarão muito no desenvolvimento do trabalho. (Especialmente Útil para tarefas complexas) –dica que apareceu também em http://blogs.hbr.org/
4- Não ache que você consegue fazer bem duas ou mais coisas ao mesmo tempo.
O foco não é o mesmo e vários estudos comprovam que por mais que você tente, sempre vai perder o foco em alguma das tarefas e terá grandes chances de comprometer a qualidade do resultado final agindo dessa forma.
5-Melhor demorar e fazer bem feito do que realizar re-trabalho. O desperdício por re-trabalho além de desperdiçar tempo e outros recursos ainda gera a possibilidade de afetar negativamente a credibilidade.

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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Diga-me como andas e te direi quem És

Dentro de um mundo cada vez mais dinâmico e competitivo, onde você deve continuar sempre se atualizando e buscando novos conteúdos existem temas que vem sendo cada vez mais citados como: Pensamento Estratégico, Liderança, Gerenciamento de Projetos, Gerenciamento de Processos, entre outros. Todos esses envolvem direta ou indiretamente pessoas, que potencialmente participam de um grupo ou uma equipe.

Em alguns momentos o que leva ao sucesso ou fracasso na liderança, na condução da estratégia e principalmente no gerenciamento de um projeto é saber diferenciar um grupo de uma equipe.

Você sabe a diferença entre Grupo e Equipe?

GRUPO
EQUIPE
Objetivo individual
Objetivo compartilhado
Interdependência entre pessoas baixa ou nula
Interdependência entre pessoas alta ou muito alta
Funcionário reportando para o chefe
Colaboradores reportam para todos os membros  com a finalidade de manter comunicação
Tarefas mais repetitivas
Tarefas pouco repetitivas
Desafios sem muita complexidade e não necessitando de diferentes conhecimentos
Desafios complexos que necessitam de diversos pontos de análise e conhecimento
Apenas alta hierarquia participa do processo de tomada de decisão
Várias pessoas de diversos níveis hierárquicos participam do processo de tomada de decisão


Ex¹: Realizar análise do Blogs GMS mensalmente, dividindo quantidade de acessos por pais, quantidade de curtir recebidos, estudar vezes que o blog foi divulgado e por quem foi divulgado e ainda sites de referência.
Ex²: Realizar campanha de Marketing para estudar os leitores do GMS e trabalhar uma forma de ter acessos de  pessoas de  10 empresas e 25 universidades situadas no Brasil.


Analise:

O Ex¹ é um típico trabalho que pode ser aplicado dentro de um GRUPO. Alguém definiu o que deveria ser visto, e o desafio não é muito complexo, sendo uma tarefa repetitiva e que não necessita de brainstorms, correções e diversos tipos de conhecimento. Só é necessário conhecer sobre as ferramentas de estatística do blog e fazer os levantamentos.
Já o Ex² é um trabalho em que pode ser aplicado dentro de uma EQUIPE, pois é uma campanha de marketing, com análise dos leitores aplicada a um desafio maior e com metas de expansão para empresas e universidades, o que demanda um planejamento específico e uma equipe dedicada a levar o GMS para outros pontos.

(OBS: As duas poderiam ser aplicadas a realidade, visto que Gabriel Casals é a pessoa que faz as atividades do Ex¹ e realiza a atividade do Ex² contando com a ajuda de diversos leitores que tem em comum a vontade de compartilhar conhecimentos em Administração – o que já proporcionou o alcance para 4 empresas e 10 universidades até onde sei.)

Meu Grupo ou Equipe precisa de que para ser formado?Para se formar qualquer deles se faz necessário criar uma ordem, definir/escolher o líder e os subordinados e posteriormente analisar em que quantidade precisa das seguintes características:

Talentos
Influência organizacional
Experiência
Conhecimento
Know-How Técnico
Capacidade Analítica


Quanto mais precisar de cada uma das características, mas perto de uma equipe você estará.

Um grupo não é melhor que uma equipe assim como uma equipe não é melhor que um grupo. São apenas diferentes e aplicáveis em situações distintas. Claro que serão atribuídos para equipe resultados ampliados, mas isso se deve ao fato de esta lidar com desafios ampliados.
Você trocaria uma lâmpada, faria analise dos seus gastos domésticos ou a lista de compras do supermercado usando uma equipe?
Espero que não. Seria um esforço desnecessário aplicar uma equipe para uma tarefa simples, sem um desafio de grande complexidade.

Você tentaria ganhar a Copa do Mundo com um grupo?
Perfil Seleção Francesa 1998:
A França tinha bons jogadores e um time sólido, com alguns líderes, objetivos comuns e um projeto que criou uma equipe(1995-1998) que conquistou a copa do mundo no ano de 1998.
Perfil Seleção Francesa 2010:
A França de 2010 tinha bons jogadores e poucos objetivos comuns, decisões que eram tomadas apenas pela comissão técnica, montou um grupo(2009-2010) e foi uma infeliz surpresa na Copa do Mundo, com muitos problemas e desentendimentos que levaram a uma volta para casa bem cedo dentro da competição.
Resumindo, é melhor aplicar uma equipe quando:
1-Tarefa Complexa e são necessárias muitas habilidades.
2-Objetivos são interdependentes entre pessoas e departamentos (
mais gente envolvida e pessoas dependendo uma da outra para fechar uma tarefa).
3-Objetivos tem prazo. (Se objetivo não tem prazo pode ser igualado a uma tarefa rotineira).

PS: Post pedido por @cassiorozelli e que entendo que pela enquete já realizada seja de agrado para mais 14% dos leitores, que votaram Trabalho em Equipe como o assunto mais relevante. O próximo post será em função de um pedido de Victor Jacovazzo, Presidente da SIFE CEFET-RJ.

Dicas de hoje:
1- Nunca pense que é melhor ter uma equipe. Avalie a situação e entenda que um grupo muitas vezes é importante e dá resultados sólidos.
2-Equipe ou Grupo mal geridos e desmotivados levam ao mesmo resultado- Fracasso!
Preste atenção para não deixar a bola cair.
3-Desenvolva relacionamentos interpessoais, networking é um diferencial no mundo atual.
PS²: Esse post foi feito com base em conhecimentos práticos e também o livro -Harvard Business Essential, Creating teams with an edge.
PS³: If you are using Google translation to see this blog, please be advised that since it is not perfect, some concepts might be hard to understand. Hope you liked GMS. We sure enjoyed your visit. Be my guest to leave comments and e-mail me.

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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Continue a Nadar


O estudo continuado é algo muito importante no desenvolvimento profissional. Seja você um pequeno peixe no oceano, buscando seu primeiro estágio, ou até mesmo se você já é o Poseidon, mandando em tudo do ambiente que está inserido, é muito importante buscar sempre novas informações, novos conhecimentos, novos aprendizados e atitudes.

Tipos- Modelos:
No mundo dos negócios as pessoas eram classificadas basicamente em duas categorias que continuam existindo:
1-     Generalistas:  Sabem um pouco a respeito de vários assuntos. Apesar de terem a possibilidade de dar pontos de vista diferenciados, pensando em múltiplos aspectos, não são capazes de tomar decisões definitivas e sempre precisam  de apoio dos especialistas para fechar os assuntos. É o famoso profissional PATO: Nada, anda, voa e de fato não faz nada direito!

2-     Especialistas: Sabem muito de um assunto, conhecendo os mínimos e mais diferenciados detalhes, mas sobre apenas um assunto. Vivem muitas vezes em uma caixa e nesse mundo globalizado, podem não perceber uma tecnologia sendo substituída. Ex: Especialista na gravação de LP’s, tecnologia que está morta e substituída pelo CD, que já foi mais forte no mercado.
Mas nesse mundo globalizado e altamente competitivo, surgiu uma nova categoria, o profissional Versatilista.
3-     Versatilista: Sabe bastante sobre vários assuntos. Ele ao mesmo tempo em que sabe detalhes específicos de um assunto, entende sobre outros assuntos que também impactam o resultado e está sempre em busca de novos assuntos para seu portfólio. Se você acha que o exemplo seria o Super-man, você está muito enganado. Esse é um profissional camaleão, alta adaptabilidade.

O Estudo Continuado:
 O estudo continuado possibilita ampliar as condições de sucesso. Um profissional que mantém o radar sempre ligado,busca novos conhecimentos tem sempre possibilidades de trocar de área, crescer e se desenvolver, se tornando (e se colocando como) peça fundamental na tomada de decisão. Afinal para o estudo continuado é necessário ter alguns traços semelhantes com o de alguém que quer desenvolver o pensamento estratégico, curiosidade, foco no futuro, flexibilidade no pensamento e principalmente ampliação continua de conhecimento, características importantes para se ter em um tomador de decisões.
O livro da Harvard Business Essentials Hiring and keeping the best people – trata dois tópicos no foco da empresa ao escolher um funcionário para receber  um treinamento. Fiz algumas edições e os coloco tanto para empresas quanto para pessoas e pensando em treinamento e desenvolvimento de habilidades, eles são:
§  Olhar para o mercado e ver quais as técnicas e novas técnicas que devem ser estudadas para acompanhar os avanços tecnológicos.  Ex: Obama, que viu as redes sociais, usou e abusou delas, aprendendo e se elegendo graças a ela. Nenhum outro político tinha feito isso com intensidade, agora vários estão buscando isso.
§  Dominar habilidades necessárias para progredir na empresa ou área desejada. Ex: Buscar certificações de Consultoria (CMC) para atuar na área de Consultoria.
Mundo Globalizado e o Estudo Continuado;
Vontade de aprender é algo essencial, uma habilidade muito importante para se ter em uma equipe global ou que pense de maneira global. O livros como Harvard Business Press – Leading Virtual Teams – cita que dentre as skills necessárias em um time virual (longa distância) é fundamental ter pessoas com o skill de dominar novos skills. A revista Época Negócios (revista brasileira de negócios) na edição de 145-pg. 54, em uma matéria a respeito de cabeça global, coloca a vontade de aprender como um característica fundamental, citada pelos entrevistados, profissionais de diversos níveis.
Continuando...
Manter-se ativo e estudando, seja fazendo cursos ou lendo artigos, blogs ou livros, é algo essencial para chegar ao topo e se manter lá! Afinal, chegar ao topo não é fácil e manter-se em cima é mais difícil ainda.
Perguntas Relevantes:
Qual a melhor maneira de Continuar Estudando?
-Não existe melhor maneira, mas sim a maneira que melhor se adapta a seus objetivos e metas. Pode ser um curso, um livro, os dois, outras coisas, não importa. O importante é continuar.
Preciso estudar todos os dias?
-Não se faz necessário estudar todos os dias, apenas estar sempre em contanto com informações e estudos. Particularmente eu vejo noticias todos os dias, mas só comecei a ler mais artigos e livros agora, antes fazia mais cursos.

Dicas de hoje:
1- Uma boa forma de se manter estudando e vendo as novidades é acompanhar blogs específicos, como o da Harvard Business School (http://blogs.hbr.org).
2- Fazer cursos e-learning é interessante e tem muito de graça que servem para aprender um pouco e desenvolver alguns conceitos e mesmo reciclagem em determinados assuntos. (próximo post será de e-learning).
3- Não deixar a preguiça bater- Não se sabote!
Não deixe de votar na enquete: Você gostaria de discutir as idéias do GMS em um canal mais dinâmico?
Próximo post TARGET: 7 dias
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MEA MAXIMA CULPA

Venho hoje escrever sobre um assunto que já foi comentado pelo autor Mark Gulston e pela Você S/A (edição 137-janeiro 2009) que é muito usado por todos - A auto-sabotagem.
Todos nós ou passamos ou passaremos por momentos em que tínhamos um resultado em mente, seja para um projeto, uma nota na faculdade ou qualquer outro tipo de objetivo e nos deparamos com um resultado inferior ao que pretendíamos (podendo ser um fracasso ou só um GAP ). Quando vir esse assunto busque entender se você, por acaso, não é seu próprio sabotador.  (Após ler o texto, responda a enquete por favor).  
Para todas as carreiras esses erros podem colocar seu mundo em cheque.
Cuidado com o Perfil Junior Baiano: Apesar de possuir conquistas de grande relevância na carreira como Mercosul, Campeonato Brasileiro, Libertadores e mesmo alguns pela seleção brasileira, o Junior Baiano era mestre em fazer gols contra de  todos os jeitos, tendo em seu portfólio azar, moles e mesmo golaços que deixariam Ronaldinho com inveja.
As pessoas costumam  lembrar dele mais pelos gols contra e alguns problemas dentro de campo do que pelos seus títulos, conquistas e belíssimas atuações.
Com isso pense bem, como você lembra do Junior Baiano? Se não lembrar  tudo bem, pense  em Lindsay Lohan, Amy Winehosue, Maradona, Zidane, Charlie Sheen e tantos outros exemplos de pessoas que mancharam a carreira por conta própria e com certa facilidade.
Esse problema da auto-sabotagem, quanto antes for descoberto e tratado, melhor será para a sua carreira e mesmo vida pessoal. Segue uma tabela com algumas sabotagens (listadas pelo Mark Gulston/VC S/A) e suas conseqüências (editadas por mim):


                                                                                   Clique neste Link para ampliar a imagem

Impossível não comentar sobre alguns dos listados, como o caso do primeiro item da lista (adiar tarefas e decisões) onde encontramos um dos maiores problemas das corporações e que é causado por cada pessoa, pois agimos dessa forma ao deixar para depois o que poderíamos fazer agora. Seja diferenciado, não caia nessa de adiar, adiar e adiar- Teve a oportunidade vá e faça – posso garantir que isso é um diferencial e te impulsiona a não ser mais UM/ UMA, te levando a ser O / A.
Burlar as regras também é um assunto difícil de não comentar. Acredito que seja por um pensamento de Lei do menor esforço ou por não entender que a burocracia e leis são em certos momentos importantes que as pessoas continuam se queimando por causa disso. Se é para pensar em Lei do menor esforço, pense na Lei de Murphy antes e evite uma punição que pode ser alta.
Outro problema encontrado facilmente em todos os ambientes é o não saber escutar. Já perdi a conta de quantos livros, revistas e palestras vi que tratavam o assunto escute ao próximo. Talvez seja por um problema de gerações (assunto bom para futuros posts) ou em alguns casos  um pensamento egocêntrico, mas o fato é que esse assunto ainda tem de sair dos textos para as ações.
Finalizo esse post com a seguinte pergunta: E ai, você já se sabotou? (responda também lá na enquete)

Dicas de hoje-
1-  Ser impulsivo nem sempre é ruim, confie nos seus instintos sempre que possível, mas seja uma pessoa planejada. Tome decisões pensadas e não simplesmente pule de cabeça sempre que achar que deve.
2- Errar não é algo necessariamente ruim. Erros fazem parte do nosso aprendizado e crescimento, admita que errou e não fique inventando desculpas. Aprenda com os erros e então siga em frente.
3- É preferível você saber onde erra do que os outros saberem onde você erra, mas você não.

Próximo post TARGET: 7 dias
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